ALUNO DA TURMA DE ALICE REIS.
ESPETÁCULO MALANDRAGENS DE ESCAPINO, DE MOLIÈRE.
JOÃO DABUL
1 - O teatro pra mim é meu futuro, meu presente. Graças a CAL eu descobri todo o meu amor pelas artes cênicas e agora pretendo seguir uma carreira que pode ser incerta, mas que com certeza vale a pena.
2 - Um jeito diferente de escrever. Diálogos rápidos. As Malandragens de Escapino demonstram todo o folclore cultural que envolve o malandro. De Pedro Malazartes a João Grilo, de Benedito a Escapino, a malandragem faz parte de um teatro muito cultural.
3 - Meus colegas estão me fazendo perder um pouco da minha ansiedade. Aprendi que num curso livre, nem todos tem a obrigação de ter a responsabilidade e o interesse que eu tenho. Desde que descobri meu amor pelo teatro deixei bem claro que é isso que quero, e que levarei tudo o que for relacionado ao tema muito a serio, mas curso livre não é para tanta aplicação. Estaria fazendo o profissionalizante, mas por conta do vestibular e da possibilidade de fazer mais um ano de curso (dois semestres) com a professora que me acompanhou esse tempo todo, decidi adiar por mais um ano esse grande passo na minha vida profissional.
4 - O problema de todo ator em início de carreira que convive tanto com teatro quanto com cinema. A postura diferente a ser tomada diante de câmeras e de uma platéia. Tanto a vocal quanto a física.
5 - O público me faz preferir o palco às câmeras. As reações espontâneas, o contato entre quem faz e quem assiste. O teatro contemporâneo traz uma forma de interação com o público que me atrai demais.
6 - O lugar do teatro? (risos) eu espero que tenha o lugar que merece. Como uma das formas de difusão de cultura mais interessantes e eficazes. Sendo valorizados desde quem ilumina a quem atua, desde quem produz a quem assiste. Espero que a internet, as novas tecnologias sirvam para botar essa arte milenar cada vez mais no cotidiano da nossa sociedade.

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