AO LEITOR - Parece que foi ontem


por Daniel Schenker Wajnberg


Tomando emprestado o clichê, poderia-se dizer que parece que foi ontem. Mas já se passaram 25 anos desde que a CAL abriu as suas portas. Ao longo de todo este tempo, a escola cresceu, desenvolveu seu programa de formação de atores no Rio de Janeiro e passou a estar ligada a projetos artísticos paralelos, mas não se distanciou das propostas iniciais, concebidas por Gustavo Ariani, Alice Reis, Eric Nielsen e pelo saudoso crítico de teatro Yan Michalski, homenageado nesta edição com um texto assinado pelo também crítico e parceiro de Jornal do Brasil, na década de 80, Macksen Luiz.

A morte precoce não permitiu que Yan testemunhasse a permanência da CAL. E nem convivesse com o novo integrante que se uniu ao grupo: Hermes Frederico, que assumiu a coordenação da escola e colabora, aqui, com um artigo, centrado na bem-sucedida trajetória da atriz Regina Duarte. A CAL Digital também traz entrevistas com o diretor Antonio Araujo, à frente de uma das mais elogiadas companhias brasileiras, o Teatro da Vertigem, que apresentou, recentemente, a montagem “BR3”, em pleno Rio Tietê; e os atores Julio Adrião, vencedor do Prêmio Shell por seu trabalho em “A descoberta das Américas”, e Paulo Gustavo, formado pela escola, que vem fazendo sucesso com a comédia “Minha mãe é uma peça”.

Outros setores, como o Link Jovem e o comentário crítico sobre espetáculos em cartaz, agora também realizado por alunos da CAL, ressurgem atualizados. E clicando nas Dicas, o leitor poderá fazer um passeio pelos museus mais importantes do mundo.

 

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