| Morto aos 44 anos (em 1956), Pollock deixa um legado de pioneirismo no que veio a se chamar ‘action painting’, inaugurando uma nova relação do artista com a pintura. Ao abandonar as técnicas tradicionais, ele costuma colocar as telas no chão e pintá-las por ‘gotejamento’, ou seja, pingava as tintas aparentemente sem nenhuma regra sobre o quadro em branco. Segundo ele, a pintura expressava o inconsciente, o mundo interior, e também a experiência cultural da época em que vivia. O termo ‘action painting’ foi cunhado pelo crítico Harold Rosenberg, ao fazer uma conexão direta entre a vida e a arte de Pollock. Hoje, o artista faz parte do denominado ‘expressionismo abstrato’ ao lado de Mark Rothko, Adolph Gottlieb, Willem de Kooning e Ad Reinhardt. Quem não tiver oportunidade de ir ao Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York, que abriga grande parte de seu acervo, pode conferir um pouco mais da obra do artista em ‘Pollock’ (2000), longa dirigido e estrelado por Ed Harris. |